sábado, abril 13, 2024
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Desigualdade de Gênero no Mercado Cripto Brasileiro: Desafios e Oportunidades

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No Dia Internacional da Mulher, celebrado nesta sexta-feira (8), é essencial refletir sobre a desigualdade de gênero que persiste no mercado cripto brasileiro. Embora haja um aumento na participação feminina, os homens ainda representam 85% dos investidores, conforme dados da Receita Federal. Além disso, apenas 22% dos cargos sênior na indústria cripto são ocupados por mulheres, revelando disparidades significativas. Vamos explorar essas estatísticas e discutir maneiras de promover a igualdade de gênero neste setor.

Desigualdade de Gênero no Mercado Cripto Brasileiro: Desafios e Oportunidades

Participação Feminina nas Criptomoedas

Crescimento, mas Desigualdade Persistente

Apesar do aumento na participação feminina, os dados de julho de 2023 mostram que apenas 15% dos investidores em criptomoedas são mulheres. Essa porcentagem, embora tenha aumentado em comparação com anos anteriores, destaca uma desigualdade persistente. Em 2019, as mulheres representavam menos de 10% do mercado.

Desafios e Barreiras

Renata Mancini, vice-presidente da Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABcripto), destaca as barreiras que as mulheres enfrentam no mercado cripto, incluindo a percepção de que é dominado por homens e a falta de compreensão da volatilidade do mercado. Esses obstáculos contribuem para a disparidade de gênero.

Blockchain e Web3 como Ferramentas de Empoderamento

Mancini propõe que a tecnologia blockchain e a Web3 podem ser utilizadas para criar uma sociedade mais igualitária. Plataformas baseadas em blockchain podem implementar programas de recompensas, permitindo que as mulheres recebam compensações justas por seu trabalho e participação em projetos online.

Cargos Sênior na Indústria Cripto

Cultura Intimidadora e Falta de Modelos

Pesquisa da Chainalysis revela que apenas 22% dos cargos sênior na indústria cripto são ocupados por mulheres. Pratima Arora, diretora de produtos e tecnologia da Chainalysis, aponta uma cultura intimidadora dominada por homens e a falta de modelos inspiradores como desafios enfrentados pelas mulheres.

Percepção Errada e Financiamento para Startups

Flavia Bitencourt, diretora de Recursos Humanos do Mercado Bitcoin, destaca que a discrepância de gênero pode levar à percepção errada de que as mulheres não têm habilidades técnicas ou financeiras para desempenhar papéis relacionados a cripto e tecnologia blockchain. Estudos mostram que apenas 6% do financiamento de startups de blockchain vai para aquelas lideradas por mulheres.

Perspectivas e Otimismo

Apesar dos desafios, há motivos para otimismo. A Bitso revela que o interesse das mulheres no mundo cripto está aumentando na América Latina, especialmente no Brasil e na Colômbia. Angélica Castellanos, diretora global de operações da Bitso, destaca que a proporção de mulheres que adotam cripto aumenta com a idade, chegando a 43% no grupo de +65 anos.

Superando Barreiras: A Importância da Escuta Atenta

Giovana Simão, consultora financeira e criadora do projeto Bitdasminas, destaca a importância de promover uma escuta atenta para entender as necessidades e comportamentos femininos nos investimentos. Iniciativas que consideram as diferenças de apetite ao risco e a perspectiva a longo prazo podem criar espaços mais inclusivos.

Concluímos que, para mudar a estatística de participação feminina no mercado cripto, é crucial superar estereótipos, oferecer oportunidades de capacitação e promover uma cultura mais inclusiva. O Dia Internacional da Mulher serve como lembrete para continuarmos avançando em direção à igualdade de gênero no mundo das criptomoedas.

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